Ariel Miranda, engenheiro eletricista (CREA-SP 5063255917), perito em São Paulo

CREA-SP 5063255917 · Zona Leste de São Paulo

Perito engenheiro eletricista em São Paulo para TOI e conta de luz alta

Sou Ariel Miranda, Engenheiro Eletricista e de Segurança do Trabalho. Analiso o TOI, o medidor, a fatura e o sistema solar, e assino o laudo com ART. Atendimento presencial em São Paulo e online para todo o Brasil.

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O que escreveram na ficha do Perito Ariel Miranda

Google5,0 · 20 avaliações no Google

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"Tive uma experiência extremamente positiva com o trabalho do perito. O laudo apresentado foi muito bem elaborado, claro e detalhado, demonstrando profundo conhecimento técnico e atenção a cada aspecto analisado. (...)"
Daniele Reis★★★★★Avaliação no Google · abril de 2026
"Excelente profissional! Demonstra vasta experiência e profundo domínio técnico na área de perícias. (...) A precisão nos detalhes e a segurança que ele transmite em cada etapa do trabalho fazem toda a diferença."
Rodrigo Marques Pedrosa★★★★★Avaliação no Google · abril de 2026
"Excelente profissional. Conhecimento amplo e ótima capacidade de resolução de problemas técnicos."
Renato Friedlaender★★★★★Avaliação no Google · abril de 2026
"Engenheiro Ariel, foi muito profissional e competente. Super indico."
Osvaldo PD★★★★★Avaliação no Google · abril de 2026
"Ótimo profissional e sempre se dedicando em entregar o melhor para os clientes. Super recomendo!!!"
Jessika Araujo★★★★★Avaliação no Google · abril de 2026
"Profissionais e serviços de alta qualidade."
Matheus Manzano Pina★★★★★Avaliação no Google · abril de 2026

Áreas de atuação

Perícias e laudos técnicos em engenharia elétrica e segurança do trabalho

Atendo consumidores, condomínios, empresas, indústrias e advogados, em São Paulo e online para todo o Brasil. Se o seu caso for outro, me conte pelo WhatsApp: na análise preliminar eu digo se ele é da minha área.

Enviar documentos para análise
Equipamentos de proteção individual sobre a bancada: capacete, protetor auricular, óculos, máscara, luvas e botinas, em perícia de segurança do trabalho

Segurança do Trabalho

Laudos técnicos trabalhistas para avaliação de riscos e de condições especiais de trabalho. Pela CLT (art. 195), insalubridade e periculosidade são caracterizadas por perícia de Engenheiro de Segurança do Trabalho ou Médico do Trabalho.

Saiba Mais
Mãos analisando relatório com gráficos de consumo sobre a mesa, para laudo de crédito de ICMS na energia elétrica

Laudo de crédito de ICMS

Laudos técnicos do consumo de energia elétrica na produção industrial, como base técnica para o pedido de crédito de ICMS. O laudo separa o consumo do processo produtivo do consumo das demais áreas da empresa.

Saiba Mais

Quem faz a perícia

Ariel Miranda, engenheiro eletricista e de segurança do trabalho

Tenho registro no CREA-SP 5063255917 e há 7 anos faço perícia e assistência técnica na área elétrica, para consumidores, condomínios, empresas e advogados. Também sou técnico em eletrônica, pós-graduado em Forense Digital e tenho MBA em Gestão Empresarial.

Meu trabalho é analisar cada caso de forma imparcial, sem assumir que a concessionária, a instaladora, a empresa ou o consumidor tem razão. Quando existem falhas, elas viram prova técnica, num laudo claro e fundamentado.

Normas que fundamentam os meus laudos

REN ANEEL 1.000/2021Lei 14.300/2022NR-10NR-16, Anexo 4CLT, art. 195CPC, arts. 465 e 466Lei 6.496/1977 (ART)Normas ABNT
Conversar com o engenheiro perito
Ariel Miranda, Engenheiro Eletricista e Engenheiro de Segurança do Trabalho, CREA-SP 5063255917
Ariel MirandaEngenheiro Eletricista e de Segurança do Trabalho · CREA-SP 5063255917 · São Paulo, SP
7 anosde atuação em perícia
5063255917CREA-SP
Onlineatendimento em todo o Brasil
Faturas de energia elétrica na mão, com o histórico de consumo, para análise de conta de luz alta e TOI

Para quem recebeu uma cobrança

Recebeu um TOI ou viu a conta de luz dobrar?

Receber um TOI raramente é algo simples. O medo aparece antes da informação, e isso nunca ajuda a decidir bem. O que quase ninguém explica é que o TOI não é uma decisão final: ele é produzido pela própria concessionária e precisa seguir os procedimentos da REN ANEEL 1.000/2021.

Enviar TOI para análise

Para advogados, empresas e condomínios

Assistência técnica em perícia elétrica e laudos para empresas

Para advogados e partes de processo, elaboro quesitos, acompanho as diligências da perícia do juízo e apresento o parecer técnico da parte (CPC, arts. 465 e 466). Para empresas e condomínios, faço o laudo de equipamentos queimados e o de periculosidade por eletricidade, que junta as minhas duas formações.

Conversar com o engenheiro perito
Engenheiro preenche o relatório de inspeção diante de um quadro elétrico, para laudo técnico e assistência em perícia

Como funciona

Do documento que você tem em mãos ao laudo assinado com ART

Tudo pode começar pelo WhatsApp. Valor e prazo vêm na proposta, antes de você aprovar o trabalho.

Enviar documentos para análise
Mãos usando o celular sobre a mesa para enviar a solicitação e os documentos do caso pelo WhatsApp
Etapa 01

Contato inicial

Envie sua solicitação pelo WhatsApp ou por e-mail, com um breve resumo do caso. Pode mandar a foto do TOI, das faturas ou o número do processo.

Mão com caneta apontando gráficos de consumo em relatório impresso durante a análise preliminar dos documentos
Etapa 02

Análise preliminar

Avalio a viabilidade técnica e os documentos disponíveis para o exame. Se faltar alguma informação, eu digo qual é.

Engenheiro com luvas isolantes mede o quadro de disjuntores de uma residência com multímetro
Etapa 03

Proposta e execução

Envio a proposta com valor e prazo e, após a aprovação, dou início aos trabalhos periciais, com vistoria e medições no local quando o caso pede.

Engenheiro assinando o laudo técnico impresso na mesa, ao lado do notebook, na entrega do parecer
Etapa 04

Entrega do laudo

Entrego o parecer técnico conclusivo, fundamentado e assinado por engenheiro com registro no CREA-SP, em PDF e com ART.

Onde atendo

Vistoria na cidade de São Paulo e laudo online para todo o Brasil

As vistorias e medições no local são feitas na capital paulista. A análise de documentos, as conversas e a entrega do laudo em PDF assinado acontecem online, para qualquer cidade do país; fora da capital, a necessidade de visita é avaliada na análise preliminar.

Perito Ariel Miranda

  • CidadeSão Paulo, SP (Zona Leste)
  • OnlineTodo o Brasil, com laudo entregue em PDF assinado
  • WhatsApp+55 (11) 98996-2031
  • E-mailcontato@peritoarielmiranda.com.br
  • EndereçoRua Amaro Bezerra Cavalcanti, 694, Vila Matilde, São Paulo, SP, CEP 03513-010
  • HorárioSegunda a sexta, 7h às 19h · Sábado, 7h às 17h · Domingo, fechado
  • RegistroCREA-SP 5063255917
Conversar com o engenheiro perito

Dúvidas frequentes

Dúvidas sobre perícia elétrica e laudo técnico

Respostas diretas para as perguntas que mais chegam antes de uma perícia. Se a sua não estiver aqui, mande pelo WhatsApp.

Perícia, laudo e parecer em engenharia elétrica são atividades de profissional habilitado e registrado no Sistema Confea/Crea (Lei 5.194/1966). Eu sou Engenheiro Eletricista, com registro no CREA-SP 5063255917, e assino cada laudo com nome, título, número do registro e ART.

As mais comuns envolvem TOI e recuperação de consumo, conta de luz alta e medidor, sistemas de energia solar fotovoltaica, queima de aparelhos e equipamentos, acidentes com eletricidade e consumo de energia na indústria para crédito de ICMS. Na segurança do trabalho, entram as perícias de insalubridade e periculosidade, inclusive por eletricidade, e o LTCAT.

A perícia judicial acontece dentro de um processo: o perito do juízo é nomeado pelo juiz entre os profissionais cadastrados no tribunal (CPC, art. 156), e cada parte pode indicar um assistente técnico e apresentar quesitos (CPC, art. 465). O assistente técnico é de confiança da parte (CPC, art. 466) e apresenta parecer sobre a perícia. A extrajudicial é contratada diretamente por uma pessoa ou empresa, fora do processo, para entender um problema técnico e decidir o que fazer. Eu atuo como assistente técnico da parte e em perícias e laudos extrajudiciais.

O TOI (Termo de Ocorrência e Inspeção) registra o que a concessionária considera uma irregularidade e serve de base para a cobrança de recuperação de consumo. Ele não é uma decisão final: a REN ANEEL 1.000/2021 prevê procedimentos que a concessionária precisa seguir e prazos para o consumidor se manifestar, como o pedido de perícia no medidor. Antes de pagar, parcelar ou deixar de pagar, vale entender tecnicamente o que foi registrado. Eu analiso o termo, as faturas e o histórico de consumo de forma imparcial.

Sim. Pela Resolução Normativa ANEEL 1.000/2021 (art. 591, § 4º), o consumidor tem 15 dias, contados a partir do recebimento do TOI, para pedir à distribuidora a verificação ou a perícia metrológica no medidor junto ao INMETRO ou órgão delegado. Por isso vale enviar o TOI para análise assim que ele chegar.

Pode ser apresentado como prova técnica em processo judicial ou administrativo, ou usado em uma negociação com a concessionária, a instaladora ou a empresa. É um documento técnico assinado por engenheiro com registro no CREA-SP e ART. O peso que ele terá no processo é decidido pelo juiz.

Depende do caso. O valor considera o tipo de perícia, o volume de documentos e a necessidade de vistoria e de medições no local. Ele é informado na proposta, depois da análise preliminar do material que você envia.

Sim. A Lei 6.496/1977 (art. 1º) sujeita à Anotação de Responsabilidade Técnica todo contrato de serviço de engenharia. Os laudos e pareceres que eu emito saem com ART, além de nome, título e número do CREA-SP.

Depende do assunto. Para TOI, o termo e as faturas de energia. Para conta de luz alta, as faturas do período. Para energia solar, o contrato, o projeto, as faturas e os dados de geração. Para processo, o número, os quesitos e os laudos já juntados. Na dúvida, envie o que tiver: na análise preliminar eu digo o que falta.

Depende da complexidade do caso e de haver vistoria no local. O prazo é informado junto com a proposta, antes de você aprovar o trabalho.

Sim. A análise de documentos, as conversas e a entrega do laudo em PDF assinado acontecem online, para todo o Brasil. A vistoria presencial é feita na cidade de São Paulo; para outras cidades, a necessidade de visita ao local é avaliada na análise preliminar.

Registro no CREA-SP e o que a Lei 5.194/1966 exige de um laudo

A primeira coisa a conferir é se quem vai assinar o laudo é engenheiro habilitado e registrado no Sistema Confea/Crea. Não é detalhe burocrático. A Lei 5.194/1966, no art. 13, diz que laudos e demais trabalhos de engenharia só terão valor jurídico quando os seus autores forem profissionais habilitados. O art. 14 completa: em pareceres, laudos e atos judiciais ou administrativos, é obrigatória a assinatura com a menção explícita do título do profissional e do número do registro.

Na prática, isso quer dizer que o documento precisa trazer nome, título (no meu caso, Engenheiro Eletricista e Engenheiro de Segurança do Trabalho) e o número do registro, que é o CREA-SP 5063255917. Um relatório sem essas informações pode até ter boas observações, mas chega fraco a uma distribuidora, a uma empresa ou a um processo.

Esses dados também servem para você conferir o profissional antes de contratar: nome, título e número de registro devem aparecer já na proposta, e não só no documento final. Se alguém evita informá-los, esse é um sinal para parar e perguntar.

ART: a anotação que vincula o laudo a um responsável

A Lei 6.496/1977, no art. 1º, sujeita à Anotação de Responsabilidade Técnica todo contrato, escrito ou verbal, de serviço de engenharia. A ART registra no Crea quem fez o trabalho, o que foi feito e para quem. Para você, ela é a forma de saber que existe um responsável técnico identificado por trás do documento, e não apenas uma opinião. Todo laudo e todo parecer que eu entrego sai com ART, além de nome, título e número do registro. Se outro profissional disser que a ART não é necessária no seu caso, vale perguntar por quê antes de seguir.

Formação compatível com o assunto da perícia

O Código de Ética do Sistema Confea/Crea (Resolução Confea 1.002/2002, art. 10, II, a) veda ao profissional aceitar trabalho para o qual não tenha efetiva qualificação. Por isso a pergunta certa não é só se a pessoa é engenheira, mas se a formação dela corresponde ao assunto. Uma discussão sobre medidor, consumo, queima de aparelhos, instalação ou sistema solar é tema de engenharia elétrica.

Já a caracterização de insalubridade e periculosidade tem regra própria: pela CLT (art. 195), ela é feita por perícia de Médico do Trabalho ou Engenheiro do Trabalho. Quando a dúvida é a periculosidade por eletricidade, as duas leituras se encontram, e foi por isso que eu fiz as duas formações.

Na prática, isso significa que o profissional deve dizer com clareza quando um caso não é da área dele. Se a dúvida envolve, por exemplo, estrutura de edificação ou cálculo tributário, o correto é indicar o caminho certo em vez de assinar um documento fora da própria formação.

Perito do juízo ou assistente técnico da parte

Muita gente procura um perito pela internet esperando que ele seja nomeado no processo. Não funciona assim. Pelo CPC (art. 156, § 1º), o perito do juízo é nomeado pelo juiz entre profissionais inscritos em cadastro mantido pelo tribunal. Quem pode ser contratado diretamente pela pessoa ou pelo advogado é o assistente técnico, que é de confiança da parte (CPC, art. 466, § 1º), apresenta quesitos, acompanha as diligências e dá parecer sobre o laudo. Fora do processo, a perícia é extrajudicial: você contrata para entender um problema técnico e decidir o que fazer. São esses os dois papéis em que eu atuo, como explico na página de assistência técnica em perícia elétrica.

Sinais de um bom ponto de partida

Nenhum desses pontos depende de propaganda. Eles aparecem no próprio jeito de conduzir o primeiro contato, e você consegue avaliá-los antes de pagar qualquer coisa.

  • Análise preliminar do material antes de qualquer proposta, para saber se o caso é mesmo de engenharia elétrica
  • Valor e prazo informados por escrito, antes de você aprovar o trabalho
  • Explicação em linguagem que dá para entender, sem esconder o raciocínio atrás de termo técnico
  • Nenhuma promessa de resultado: o laudo descreve o que foi encontrado, quem decide é a distribuidora, a empresa ou o juiz
  • Postura imparcial, sem assumir de saída que a concessionária, a instaladora ou a empresa está certa ou errada
  • Entrega em PDF assinado, com ART, que pode ser enviado ao seu advogado ou anexado a uma reclamação

Perguntas que vale fazer no primeiro contato

Antes de fechar, pergunte qual documento será entregue (laudo ou parecer), se haverá vistoria no local, quais medições estão previstas, o que você precisa separar e em que formato o resultado chega. Pergunte também o que acontece se, na análise, aparecer algo que não favorece a sua versão: um trabalho técnico sério registra isso do mesmo jeito. Essa conversa evita expectativa errada e mostra se o profissional está preocupado em entender o caso ou só em vender o serviço. Eu respondo essas perguntas na análise preliminar, que começa pelo WhatsApp com o material que você já tem em mãos.

Por que o nome do documento importa

Laudo, parecer, relatório e vistoria aparecem como sinônimos em muita conversa, mas cada um serve a um momento diferente do caso. Pedir o documento errado custa tempo: um parecer sobre o laudo de outro profissional não substitui a medição que ninguém fez, e um laudo completo pode ser mais do que você precisa quando a dúvida é pontual. Entender a diferença ajuda a pedir a coisa certa e a saber o que esperar quando o arquivo chegar. Em todos eles vale a mesma regra da Lei 5.194/1966 (art. 14): assinatura com o título do profissional e o número do registro.

Laudo técnico: o exame do caso do começo ao fim

O laudo é o documento em que eu examino diretamente o objeto da perícia: o medidor, a instalação, o equipamento queimado, o sistema solar, o ambiente de trabalho. Ele descreve o que foi analisado, os métodos usados, as medições feitas, as normas consideradas e as conclusões técnicas a que a análise chegou, com fotos e anexos.

É o documento indicado quando ainda não existe uma análise técnica do caso, por exemplo depois de receber um TOI, de ver a conta dobrar ou de perder aparelhos numa queda de energia. Ele pode ser usado numa reclamação, numa negociação ou apresentado como prova num processo; o peso que terá ali é decidido por quem julga.

Um bom laudo também deixa claro o que não foi possível examinar. Se o medidor já tinha sido retirado, se o equipamento foi consertado antes da análise ou se faltou alguma fatura, isso fica registrado como limite da análise, para que ninguém leia no documento uma certeza que ele não tem.

Parecer técnico: a leitura crítica de um trabalho que já existe

O parecer é a manifestação técnica sobre um documento já produzido: o laudo do perito do juízo, o relatório de avaliação técnica da distribuidora, o laudo de outra empresa. No processo, é o que o assistente técnico apresenta depois da perícia; o CPC (art. 466, § 1º) define o assistente como profissional de confiança da parte. O parecer aponta o que está bem fundamentado, o que ficou sem medição, onde o método não sustenta a conclusão e que perguntas continuam sem resposta. Ele não repete o laudo, conversa com ele.

Fora do processo, o parecer também é útil. Quando a distribuidora entrega um relatório de avaliação técnica, ou quando uma instaladora apresenta um laudo dizendo que o sistema está correto, o parecer mostra se aquele documento responde de fato à pergunta do caso. Muitas vezes a resposta é parcial: o relatório fala do equipamento, mas não do período de cobrança, ou mede a geração num dia que não representa o ano.

Vistoria e medições: quando a análise precisa ir ao local

Nem todo caso exige visita. Muitos começam e terminam na análise de documentos: faturas, termos, contratos, histórico de consumo. A vistoria entra quando a resposta depende de olhar a instalação, medir grandezas elétricas ou registrar o estado de um equipamento. Ela acontece na cidade de São Paulo; para outras cidades, a necessidade de visita é avaliada caso a caso.

Quando há vistoria, eu explico antes o que será feito e quanto tempo deve levar. Algumas medições são instantâneas; outras exigem deixar um instrumento registrando por horas ou dias, para captar variações que não aparecem num único momento. Essa diferença entra na proposta, porque muda o prazo e o valor.

  • Inspeção do quadro, dos disjuntores, do aterramento e das proteções
  • Medição de tensão, corrente e variações ao longo de um período
  • Registro fotográfico do medidor, dos lacres e das conexões visíveis
  • Exame do equipamento danificado e dos componentes atingidos
  • Leitura do ambiente de trabalho, quando o tema é segurança do trabalho

O que todo documento meu traz

  • Identificação do caso e do que foi pedido, nas palavras de quem pediu
  • Documentos recebidos e o que foi examinado em cada um
  • Métodos, instrumentos e normas usados
  • Resultados das medições, com fotos e anexos
  • Conclusões técnicas separadas de opinião
  • Nome, título, CREA-SP 5063255917 e ART (Lei 6.496/1977, art. 1º)

Qual pedir no seu caso

Se você recebeu uma cobrança por irregularidade, o ponto de partida costuma ser a perícia em TOI. Se a conta subiu sem acusação nenhuma, a perícia de consumo e medidor. Aparelho queimado pede o laudo de danos elétricos. Processo com perito já nomeado pede parecer de assistente técnico. Na dúvida, envie o que tiver: na análise preliminar eu digo qual documento resolve a sua pergunta e se ele precisa de vistoria.

Para empresas, o raciocínio é parecido. Uma discussão trabalhista sobre risco elétrico pede o laudo de periculosidade por eletricidade; um acidente com eletricidade pede a reconstrução técnica do evento. O ponto comum é sempre o mesmo: o documento precisa responder à pergunta concreta que está em jogo, e não a uma pergunta genérica sobre energia elétrica.

Quem distribui a energia na cidade

Na capital, quem distribui a energia é a Enel, cuja área de concessão abrange 24 municípios da Grande São Paulo, incluindo a cidade de São Paulo. Isso importa para a perícia porque é com ela que acontecem as situações que mais chegam até mim: o TOI deixado depois de uma inspeção, a fatura que subiu sem explicação, o pedido de ressarcimento de aparelhos queimados, a troca do medidor.

Saber de antemão com quem será a conversa ajuda a organizar o material. Protocolos de atendimento, números de reclamação, cartas recebidas e faturas com o número da instalação são a parte do caso que costuma se perder, e é justamente a que eu peço primeiro na análise preliminar.

Também é com a distribuidora que se discutem a leitura do medidor, o faturamento e a qualidade da energia entregue. Quando o problema atinge vários imóveis ao mesmo tempo, como depois de um temporal, vale registrar o protocolo do chamado no próprio dia, porque ele ajuda a situar o evento no tempo.

Medidor sob suspeita: a verificação metrológica

Quando o centro da discussão é o medidor, a regra da ANEEL prevê um caminho específico. Pela Resolução Normativa ANEEL 1.000/2021 (art. 591, § 4º), o consumidor tem 15 dias, contados a partir do recebimento do TOI, para pedir à distribuidora a verificação ou a perícia metrológica no medidor junto ao Inmetro ou órgão metrológico delegado. Pelo art. 592, IV, a distribuidora comunica com pelo menos 10 dias de antecedência local, data e horário da avaliação técnica, para que o consumidor possa acompanhar. Esses prazos são curtos, e é por isso que eu peço que o TOI seja enviado assim que chega.

Na análise, eu confiro se o pedido foi feito dentro do prazo, se o aviso da avaliação técnica chegou com a antecedência prevista e se o resultado foi comunicado por escrito. Essas informações entram no laudo como fatos do procedimento, descritos com a citação da norma, sem afirmar o que isso significa juridicamente para a cobrança. Essa leitura é do advogado ou de quem decide a reclamação.

Processos na Justiça estadual: o Portal de Auxiliares da Justiça

O TJSP mantém o Portal de Auxiliares da Justiça, um cadastro único que vale para todas as comarcas do estado e é consultado pelos magistrados na nomeação de peritos. É desse cadastro que sai o perito do juízo, conforme o CPC (art. 156, § 1º). A parte não escolhe esse profissional, mas pode, em 15 dias da intimação da nomeação, indicar assistente técnico e apresentar quesitos (CPC, art. 465, § 1º). Nos processos da capital sobre energia elétrica, é nesse ponto que a assistência técnica entra: eu sou contratado pela parte ou pelo advogado, não pelo juízo.

Pelo CPC (art. 466, § 2º), o perito do juízo deve assegurar aos assistentes das partes o acesso e o acompanhamento das diligências, com comunicação prévia de no mínimo 5 dias. Isso permite que o assistente esteja presente na vistoria, observe as medições e registre o que viu, o que pesa muito na hora de escrever o parecer.

Como a vistoria acontece na cidade

Atendo a partir da Vila Matilde, na Zona Leste de São Paulo, de segunda a sexta das 7h às 19h e aos sábados das 7h às 17h. As vistorias e medições no local são feitas na capital paulista, com data combinada depois da aprovação da proposta. Para a visita render, vale deixar alguns pontos resolvidos antes:

  • Acesso livre ao quadro de distribuição e ao local do medidor
  • Autorização do síndico ou da administração, quando for condomínio
  • Faturas e documentos separados, de preferência já enviados em PDF
  • Equipamento queimado guardado, sem conserto e sem descarte
  • Alguém no local que saiba contar quando e como o problema começou

Atendimento fora da capital

A análise de documentos, as conversas e a entrega do laudo em PDF assinado com ART acontecem online, para qualquer cidade do Brasil. Muitos casos, como a conferência do cálculo de uma recuperação de consumo ou o parecer sobre um laudo já juntado ao processo, não dependem de visita. Quando dependem, a necessidade de deslocamento é avaliada na análise preliminar, e você sabe disso antes de aprovar qualquer valor. Em todos os casos o documento sai com nome, título e registro, como exige a Lei 5.194/1966 (art. 14).

O que costuma chegar dos bairros da cidade

Os pedidos que chegam da capital se repetem em alguns formatos: o morador que encontrou o TOI na porta depois de uma inspeção, o comércio cuja conta subiu sem mudança na operação, o condomínio com aparelhos queimados em vários apartamentos depois de uma queda de energia, a empresa com uma reclamação trabalhista sobre risco elétrico. Em cada formato, o primeiro passo é o mesmo: entender o que aconteceu, separar o que é documento do que é relato e definir se a resposta exige vistoria.

  • TOI e recuperação de consumo
  • Conta de luz que subiu sem explicação
  • Queima de aparelhos depois de falta de energia
  • Sistema solar gerando menos do que o esperado
  • Periculosidade por eletricidade em empresas